As injustiças do Mundo (parte 1)

Publicado: 11 de janeiro de 2011 em "É zica na cena"

O Mundo vive dando provas de sua  ingratidão para com aqueles que ainda insistem em torná-lo melhor. Se João, aquele mesmo que cuja vida temos tentado tornar pública nesses últimos produtivos meses, levasse a sério os reveses que o desditoso Mundo lhe proporciona a cada raiar do sol, já teria abandonado o barco, pendurado as chuteiras, chutado o balde ou feito qualquer uma dessas curiosas atividades que o chamado imaginário popular tem por hábito inventar.

Muitos podem estar pensando que estamos exagerando, que o Mundo não é tão impiedoso assim, que a vida de João é um mar de rosas sem fim, sobre o qual deslizam embarcações abarrotadas de suprimentos alimentícios e de bebidas gaseificadas de curiosa coloração escura e de sabor acentuadamente adocicado! Não, insistimos que não é assim! E os fatos estão aí que não nos permitem mentir!

A vida de João tem sido muito dura. João vive num Mundo em que caminhões não podem trafegar a vontade e onde os caminhoneiros devem pagar pelo estrago resultante de seus próprios acidentes! João vive num Mundo em que acham bonito chamar beringela de alimento e onde cismam em querer colocar manga na salada e banana na farofa.

Não bastasse essas verdadeiras aberrações gastrnômicas e aquelas disparatadas intervenções rodoviárias (que já seriam suficientes para acabar com o humor de qualquer cristão), João anda sendo afetado até pelos malfadados empreendimentos imobiliários de seus vizinhos. Ora, certas pessoas  não foram agraciadas com o dom da inteligência e uma delas, por mais uma dessas armadilhas que o injusto Mundo teima em preparar, resolveu ser vizinha de João. As dificuldades intelectuais de sua vizinha não teriam afetado nosso pobre João se a geniosa senhora se contentasse com a casa que Deus lhe reservou e não tivesse tentado fazer a reforma de sua casa como quem manuseia aquelas engenhosas peças de Lego. O resultado não poderia ter sido pior: quem olhasse para o céu após a primeira rajada de vento assistiria boquiaberto a um curioso espetáculo de ripas, vergalhões, tijolos e cia partindo em disparada da casa da vizinha e caindo sorrateiramente na casa do desafortunado João! 

Aos poucos, a custa de muito suor e cantoria, João vai conseguindo reconstruir sua vida e recuperar todo o patrimônio que perdera naquela tumultuada tarde de primavera, entretanto, insistimos em tornar pública nossa indignação com as injustiças do Mundo que fazem de João um de seus reféns preferidos! Justo ao João que passa o dia a cantar e que conversa com os pássaros! Justo ao João que não tem maldade nem para matar as abelhas que importunam seu sagrado trabalho, sempre tentando resolver tudo por argumentos racionais.

Infelizmente as injustiças do mundo não cabem em apenas um post, por isso prosseguiremos seguindo nosso destino de tornar público o preço que um ser humano tem de pagar por exercer a profissão joão, já que estamos cada vez mais convencidos de que pra ser João pode ser qualquer um, mas não é qualquer um que nasceu pra João…

Feliz ano velho

Publicado: 22 de dezembro de 2010 em Institucional, Não categorizado

Considero uma grande canalhice o que fazem com o Ano nesta época do ano. Sim, porque há não muito tempo atrás, para ser mais preciso, há pouco menos de um ano, o recebíamos como receberíamos um filho pródigo, um amigo querido que volta de um lugarejo distante:  Vestidos de branco, com festa e fogos de arífício! Contamos os segundos para aquele que está por vir e sacrificamos um pobre animal para o evento do ano! (como a expiar os anuais pecados da humanidade) 

Alguns reles 12 meses se passam e podemos perceber que tudo foi artificial, cuspimos no prato em que comemos como quem o tempera com Sazon! Nesta época do ano, negamos o ano que está por finar como quem nega o pior dos inimigos! Agora ele é “velho”, “passado” e “águas passadas não movem moinhos” … o único ano que passa a contar, o único ano que pode ser bom, pode ser “próspero” é o famigerado rebento, um mero potencial, o célebre “Ano Novo”!

Ora, quanta parvoíce não cometeria este respeitoso e respeitado veículo de comunicação se também nos portássemos assim! Simplesmente não posso apostar todas as fichas num futuro ainda incerto e me esquecer do que é certo, daquilo que o tempo escreveu e de que nem o tempo apagará: sim, foi neste ano que conheci João.

Sim, foi neste Feliz Ano velho que conheci João! E isso é suficiente para valer o ano de qualquer um! Ora, o mundo já conta mais de 7 bilhões de almas, mas dá para contar nos dedos aqueles que convivem diariamente com João e eu sou uma delas!

E, falando em contar nos dedos, neles também não poderiam ser contados aqueles que nos desejaram “Feliz Ano Novo” e que deram sua contribuição para que nosso ano fosse de fato “feliz”?. João, por sua vez, jamais me desejou “Feliz Ano Novo” – como já foi dito, não o conhecia antes deste Ano – entretanto, João contribuiu para que meu ano e ano de todos que o cerca ficasse um pouco mais Feliz!

Assim, toda a equipe do Profissão João, espera que todos tiveram um Feliz Ano Velho, como este que João contribuiu para que tivéssemos…e que todos possam seguir o exemplo de João, fazendo o ano de alguém um pouco mais Feliz!

Quando um amigo se casa, o que dizer?

Publicado: 16 de novembro de 2010 em Não categorizado

É amigos do Profissão João, os eventos não param, e nós, é claro, não deixamos de ser convidados para um sequer.

Natal, Ano Novo, já estão garantidos. Fomos requisitados até para alguns aniversários. E vocês devem estar se perguntando por que somos convidados. Por acaso, isso virou alguma coluna social?

A resposta é não. Mas é sim também. Como assim? É, quando se tem amigos fiéis, a resposta é sempre sim.

Será que vocês poderiam passar pegar o bolo quando forem ao meu aniversário? – Claro que sim!, aumenta até a satisfação em ir ao evento.

E se vocês passassem para pegar a minha sogra? Ela mora pertinho de vocês, e a igreja onde vou me casar nem é tão longe. – Sem explicações, a resposta é sim, e ponto!

Então, o que é fato não pode ser negado. E a amizade é um argumento e tanto!

E para entrar no cerne da questão, fomos a um casamento, de grandes amigos, os quais o João também compartilha da amizade.

Se vocês, caros amigos, convidassem um amigo para a cerimônia do seu casamento, e como padrinho, esperariam que essa pessoa dissesse o que quando os SIMs ressoassem pela igreja?

Bom, o João pegou seu celular, digitou as seguintes palavras, sábias como sempre (!?), e as enviou para o grupo de amigos em comum:

- Já era, o ‘Fulano’ casou!

Parabéns ao ‘Fulano’ e sua nobre senhora! Que sejam plenos companheiros! (Não é João?!)

O João já foi menino (parte III)

Publicado: 28 de outubro de 2010 em O João já foi menino
Não há consenso historiográfico quanto a verdadeira identidade da personagem que João encontrara na rua. Entretanto, diferentemente do que supunhamos, a maioria das fontes indicam que era uma mulher aquela que tinha um embrulho nas mãos no momento em que encontrara um desolado João.
 
Sim, o referido “senhor de alta classe com um embrulho na mão” que anunciamos no capitulo anterior da história de João menino, era na verdade uma idosa senhora com um característico sotaque parisiense. O menino João não sabia, nem tinha como saber em tão tenra idade, mas aquela senil senhora francesa marcaria para sempre seu futuro.
-
 
Antes de narrarmos o que de fato se passou naquele furtivo encontro é preciso advertir o leitor mais apressado: João vivia na mais amarga carestia, os tempos de vacas gordas já havia ficado num remoto passado, naqueles sonhos dourados em que tudo era motivo para festa e cantoria, do contrário, João jamais teria vendido sua motoca querida…
 
- Xoão?
- Quando é assim sou eu! – disse João, disfarçando em vão a dor que aflgia sua alma.
- O que aconteceu Xoão?
- Preciso vender minha moto…não temos nem para o básico, há muito que não conseguimos nem comprar uma mísera passagem aérea!
- Xoão, não fique triste Xoão…acho que posso lhe ajudar. Você me dá sua moto, para que eu possa fazer minhas viagens com mais agilidade e emoção, e em troca eu lhe dou este pacote…
- O quê? Aqui não é bagunçado assim não…
- Se acalme Xoão…abra o pacote…
 
João abriu o misterioso pacote, deu recebimento, e se surpreendeu quando viu seu conteúdo: cinco leguminosas graúdas e com aspecto apetitoso caiu sobre a mão do menino João quando ele virou o embrulho.
 
- Xoão…ainda não está bom Xoão…é preciso plantar as sementes.
 
João, ainda sem entender onde a velha senhora queria chegar, jogou as sementes no chão.
 
- Não, não, Xoão…ainda não está bom, Xoão…é preciso regar as sementes.
 
A sorte de João era que um caminhão da Poly Água passava naquele momento e descarregava alguns galões por ali. João não pensou duas vezes, pegou uns dos galões e, com algum esforço, regou as leguminosas.
 
E foi quando aconteceu.

Parece ser neste feriado que as coisas irão tomar novos rumos para nós do Profissão. Perdemos um revisor, recebemos um enxurrada de críticas e, como não cansamos de dizer, quase desistimos. Porém, isso tudo não é nada… como assim?!

É que nós aqui do Profissão estamos preocupados com a equipe, que anda meio desmotivada. Fizemos inúmeras reuniões, contratamos um bufê para crianças para ver se dava um ânimo, mas nada. Logo após o infante evento – vocês tinham que ver aquele bando de marmanjos fazendo fila para o carrinho de bate-bate! – a equipe voltou ao tão conhecido marasmo que nos assola. O João se esforça para animá-los, manda comentários, correntes, faz charme ao telefone, canta mais do que nunca, e nada!

Bom, parece que neste final de semana, feriado prolongado, as coisas entrarão nos eixos e talvez tenhamos nova era de Profissão. Basta só fazer as contas (e isso fica ao encargo de João) para sabermos quando virá o dia.

Até lá, quem sabe um faiscamento da equipe nos surpreenda?!

Fazer uma segunda de primeira

Publicado: 25 de outubro de 2010 em Não categorizado

Começamos essa aventura  disfarçada de profissão para prestar nosso tributo ao que observamos de virtude em João. Primeiras impressões trocadas com o nosso público, começamos a enxergar menos estreitamente as coisas e passamos a sentir que podemos muito mais.

Diante disso, procuramos fazer com que essa Profissão assuma aquilo o que parece ser o seu quinhão, utilizar-se de bom humor, respeito, para que outros acessem aquilo que julgamos primordial, e que valioso isso seja para que  possamos carregar, a exemplo de nosso querido companheiro engajado na causa da felicidade, espécie de simplicidade que cativa, enternece, cuida - tamanho é o engajamento de nosso queridos João que o figura se recusa a assistir, ler, ouvir qualquer estória que não tenha positividade; tem o nosso querido memória de elefante, se o questionarem sobre mínima fala, frase, pensamento adjacentes ao bom humor é capaz de dizer sem titubear,e para os que não acreditam que se lembre, está lá o Youtube para apoiá-lo.

Então, pretendemos inaugurar uma nova fase, em breve.  (Nunca explicamos direito as coisas, não é!? o que se pode fazer quando se é assim?)

Ótima semana a todos!

O dia em que tudo esteve às traças

Publicado: 20 de outubro de 2010 em Não categorizado

É meus amigos, há de chegar o dia em que os pequinos insetos dominarão o mundo – todos juntinhos com suas coisinhas, organizados como o quê.

E qual! Pelo menos quando esse dia chegar saberemos qual a sensação. Hoje, para nós aqui do Profissão, foi prodígio para exemplificar tal projeção – cisco sequer pousou sobre as telas de nossos computadores. Não sabemos senhores, não sabemos…

Pode ter acontecido tudo, mas não ficamos sabendo de nada. A caixa de email, antes lotada com todo tipo de doces e agradáveis absurdos (alguns apimentados, vejam lá!)  que movimentam o ser desse João - ele próprio nos abandonou; serão férias?! Ele diria… a menos que tenha desistido… não! Isso nunca! Deve ter sido indigestão qualquer.

O que é uma grande inconsistência para essa nossa proposta, que não é bem nossa, é certo, pois é João delicadamente persistente (para algumas coisas, também é certo, ele exagera; discutir sobre futebol é excesso seu).

Então, continuamos aqui, caixa de entrada de email e coração ao centro-esquerdo do peito abertos. Se não, sobra nada para as traças.

E não é que as coisas caminharam pra isso mesmo! Vocês ficam se perguntando - pra isso o quê?

Mas é sério e nós queremos responder. Aquelas milhares de sugestões e outras bobagens (perdão, bobagens não, apenas mensagens desarticuladas entre si – e é claro que nos deixaram rancorosos) fizeram com que pensássemos! E pensamos! Quase desistimos, voltamos a ler tudo, aprendemos de vez algumas receitas (e duas simpatias, uma para acabar com chulé e outra com a insônia; para chulé basta dizer umas rezas e lavar bem o pé; e para insônia algumas palavras até cansar, antes de dormir).

E aí foi que um célebre acompanhante do blogue (melhor não dizer acompanhante, dá má impressão, fica parecendo que é João a vender seus dotes) mandou sua opinião e foi ela a goteirar dias a fio que nos pregou uma lição – antes mesmo de uma peça.

Com toda polidez e construções muito bem ordenadas, o propositor resumiu assim a nossa próxima meta:

- Vocês têm de investir nas “short-stories”; vocês me cansam. O João é que é feliz, e pode com poucos caratecteres acertar o alvo – vejam a riqueza de seus comentários. E tenho dito.

Saiu assim, com dois quentes e três ferventes, e tem dito, só isso!

Ah, amigos! Não foi sem desânimo, espécie de depressão, que pensamos em mudar o nosso título para “Aprendiz João”. Mas não, resistiremos. Prometemos deixar de estória e ir direto pra ação!

Ele nos tem dito! É isso! Ah, leitor mal… perca por esperar, você verá. Verá!

E temos dito! E vocês também podem fazê-lo; para críticas, sugestões e outro desaforos, não deixem de ousar: trockraio@gmail.com

Preservamos a identidade

Publicado: 14 de outubro de 2010 em Institucional
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Não houve o que deixássemos de fazer para que as pessoas, fãs de João, estivessem certas de que o Profissão João é realmente feito para cada uma delas; totalmente pensado para proporcionar o máximo deleite – ah, o João toma o seu café com leite morno todas as manhãs; essa estória de banho frio deve ser conversa mole.

E, não medindo esforços, fizemos desse blogue um canal para que as pessoas fizessem comentários, livremente (um único foi censurado, porém por ser muito longo, apenas por isso).

Então, como observamos que a grande massa de leitores não deixava comentário na página, resolvemos disponibilizar o email, e ainda provocamos dizendo que simpatias, receitas de culinária, entre outros estavam liberados. Pensem em Deus, isso mesmo, em Deus. Agora, na quantidade de pedidos que deve receber diariamente.

Bom, chegaram lá? Entenderam a dimensão do problema? Que nada, vocês não sabem de nada… a caixa de mensagens está abarrotada delas, todas recheadas de pedidos. E como o nosso blogue é senhor em promessas (não confundam com o Senhor das Promessas, por favor, não queremos ter o nome de nosso querido João arrolado entre os de levianos e blasfemadores), pretendemos trazer à tona alguns dos pedidos mais recorrentes que recebemos por email.

E, moças, por favor, parem de mandar toda essa propaganda de cirurgia plástica, roupas de banho, sobre naturismo, voyeurismo, e todos essse ismos que infestam a internet.

Repetimos: o João trabalha demais, e não tem tempo para toda essa enxurrada de emails tão aprofundados sobre Estética; talvez algum oriental companheiro seu esteja apto a responder por ele, pois é certo que comprar passagens aéreas não dá trabalho algum, se comparado a todos os problemas que João tem que resolver diariamente – comer é um problemão, imaginem comer muito então, não há sobra nem de comida, quanto menos de tempo.

Então, por favor, lembrete: para críticas, sugestões, correntes, simpatias, receitas de culinária oriental (sashimi não vale), lista de presentes para casamentos, convites para batizados e outros sacramentos não se esqueçam de antes repassar ao trockraio@gmail.com. Nós preservaremos a sua identidade e teremos vocês aqui juntinho de nós, ajudando a difundir essa Profissão.

Abraço a todos! E um muito obrigado!

Antes das nove

Publicado: 11 de outubro de 2010 em "É zica na cena"

- Compras, João, Boa tarde!…Ops…Bom dia…é que eu já trabalhei tanto hoje que eu penso que já é de tarde…

Como podemos extrair tantas e tão preciosas informações de tão poucas palavras! Vamos lá! Façamos este curioso exercício investigativo… não nos tomará muito tempo!

“Compras”: situa João num espaço e numa atividade profissional específica. A pessoa pode ficar segura que não ligou para o açougue, tampouco ligou para a polícia ou para o disk pizza, ligou para um estabelecimento sério, onde supostamente compram coisas;

“João”: Se antes sabíamos de onde falavam, agora já sabemos quem está a falar conosco, nosso interlocutor perdeu o anonimato. Ótimo! Estas duas simples,  singelas e supostamente despretenciosas palavrinhas tem uma função muito particular, evitam aquele aborrecido diálogo típico desta situação “Alô”, “Alô, quem fala?”, “Com quem você gostaria de falar?” (essa é de matar) e por aí vai até alguém finalmente desistir e começar a falar alguma coisa realmente importante. João, insistimos, evita este constrangimento desnecessário ao se valer de suas duas palavrinhas iniciais.

Mas o mais revelador de tudo ainda está por vir. Não podemos ouvir aquele “…boa tarde!…ops …bom dia! é que eu já trabalhei tanto hoje que eu penso que já é de tarde…” como se fosse mais um dos corriqueiros gracejos de João. Se repararmos bem, João não é como seus triviais e desinteressantes colegas de trabalho que acordam, tomam seu modesto café da manhã e se dirigem a mais um corriqueiro dia de trabalho. Não! Definitivamente não! E cada dia descobrimos uma coisa nova da agitada manhã de João. Sabem por que João relutou tanto em fazer o seu exame periódico? Porque para fazer o desditoso exame, João teria que perder um dia de malhação, atividade que realiza religiosamente, todas as manhãs, enquanto seus colegas ainda se viram preguiçosamente embaixo de seus confortáveis cobertores peludos!

Aliás, recentemente descobrimos o principal responsável pelo característico humor de João: o banho frio que ele toma depois da restauradora musculação! “Se todos fossem no mundo iguais a você…”, indaga-se o poeta! Enquanto um banho frio numa manhã não menos fria nos causaria uma bela pneumonia (e alguns dias de licença médica), em João se transforma em cantoria, em poesia e em um bocado de fome! E que fome!

Em tempo, não deixemos a legião de fãs de João, que cada vez mais lotam nossas caixas de email, preocupados com seu idolo. O resultado dos exames periódicos de João já ficaram prontos  e nos revelou o que parecia impossível: João não tem qualquer tipo de solitária! Ele come o que come sozinho mesmo, sem ajuda de nenhum microorganismo aproveitador! Não precisa nem falar que esta notícia veio como um balde de água de fria em João, ou seja, fez ele comer mais e mais…